Ainda estamos em constante crescimento, mesmo não estando sempre em evidência na mídia. Contrário ao que muitos pensam, o Second Life é muito mais que uma modinha, seus residentes criam uma vida virtual vasta de atividades recreativas, financeiras e afetivas.
Saiu na Folha:
"Sumido das notícias e dos comentários nas redes sociais, o Second Life continua vivo. Pelo menos é o que diz o cofre da empresa: durante o primeiro trimestre de 2010 as movimentações financeiras entre usuários do serviço bateram recorde: chegaram a US$ 160 milhões, aumento de 30% em relação ao mesmo período do ano passado. (...) De acordo com a empresa, 826 mil internautas acessaram o Second Life em março. Em 2009 o site movimentou o valor de US$ 549 milhões."
Os relacionamentos tanto afetivos quanto sentimentais também ficaram em evidência na reportagem:
"(...) Personagens do Second Life têm perfis no Orkut e no Facebook. Por meio deles relacionam-se com amigos, de dentro ou fora do jogo, em instâncias ainda virtuais, mas já aceitas como espaço de relacionamento real.
Ao mesmo tempo, pessoas que mantinham relacionamentos antes do jogo marcam encontros nos mundos virtuais e aproveitam o espaço compartilhado, ainda que virtual, para continuar construindo suas relações reais.
Essas metaidentidades NÃO devem ser entendidas como fuga de identidade reais, mas como uma forma plena e legítima de fabulação sobre sí mesmo. São identidades complementares, como a versão de cada um de nós no trabalho, na turma do futebol e entre amigos. Nenhuma é mais verdadeira.
Assim, não é à toa que estudiosos de diversos campos das humanidades, como sociólogos e antropólogos, venham se interessando cada vez mais por essas populações de mundos virtuais.
Muito além de mero espelho de relações a priori, esses espaços constituem novas formas de sociabilidade, que vão gerando novas sensibilidades, valores e formas de humanidade."
Isso prova que o Second Life não deve ser visto apenas como um mero jogo, "ainda somos pessoas quando jogamos", e se isso ocorre não deixamos de sentir, por mais que seja na simulação da vida no metaverso. Essa matéria só esqueceu de tratar sobre o jeitinho brasileiro dos residentes em se portar no Second Life, as profissões no mundo virtual, os casamentos, os filhos ... etc, etc e etc... (Oh mundo vasto de informações esse Second Life hein) .
Saiu na Folha:
"Sumido das notícias e dos comentários nas redes sociais, o Second Life continua vivo. Pelo menos é o que diz o cofre da empresa: durante o primeiro trimestre de 2010 as movimentações financeiras entre usuários do serviço bateram recorde: chegaram a US$ 160 milhões, aumento de 30% em relação ao mesmo período do ano passado. (...) De acordo com a empresa, 826 mil internautas acessaram o Second Life em março. Em 2009 o site movimentou o valor de US$ 549 milhões."
Os relacionamentos tanto afetivos quanto sentimentais também ficaram em evidência na reportagem:
"(...) Personagens do Second Life têm perfis no Orkut e no Facebook. Por meio deles relacionam-se com amigos, de dentro ou fora do jogo, em instâncias ainda virtuais, mas já aceitas como espaço de relacionamento real.
Ao mesmo tempo, pessoas que mantinham relacionamentos antes do jogo marcam encontros nos mundos virtuais e aproveitam o espaço compartilhado, ainda que virtual, para continuar construindo suas relações reais.
Essas metaidentidades NÃO devem ser entendidas como fuga de identidade reais, mas como uma forma plena e legítima de fabulação sobre sí mesmo. São identidades complementares, como a versão de cada um de nós no trabalho, na turma do futebol e entre amigos. Nenhuma é mais verdadeira.
Assim, não é à toa que estudiosos de diversos campos das humanidades, como sociólogos e antropólogos, venham se interessando cada vez mais por essas populações de mundos virtuais.
Muito além de mero espelho de relações a priori, esses espaços constituem novas formas de sociabilidade, que vão gerando novas sensibilidades, valores e formas de humanidade."
Isso prova que o Second Life não deve ser visto apenas como um mero jogo, "ainda somos pessoas quando jogamos", e se isso ocorre não deixamos de sentir, por mais que seja na simulação da vida no metaverso. Essa matéria só esqueceu de tratar sobre o jeitinho brasileiro dos residentes em se portar no Second Life, as profissões no mundo virtual, os casamentos, os filhos ... etc, etc e etc... (Oh mundo vasto de informações esse Second Life hein) .
Origem :










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